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Deixem o Indie em Paz

Mixórdia de posts

Este fim-de-semana vi alguns episódios da décima primeira temporada da Anatomia de Grey e fartei-me de chorar. Penso que ainda me faltam dois para acabar a temporada, mas acho que vou ter de esperar mais algum tempo para os ver e ainda tenho de ponderar sobre ver ou não a décima segunda. É muita desgraça e eu devo andar particularmente sensível porque chorei tanto que parecia que o mundo ia acabar. Não foi nada bonito.

 

Acabei por não ter tempo de ver mais episódios de How to Get Away with Murder, tenho de ver se compenso isso.

 

Não estou numa fase boa para ler, parece que estou a sofrer de uma espécie de ressaca literária. Estou a ler Elena Ferrante e tenho a sensação que neste momento só me apetece lê-la, que ando a ler este livro muito devagarinho, como que à espera do terceiro e do quarto volumes. Não vai ser fácil separar-me de Ferrante. Como este mês estou muito atrasada com as leituras e deixei Adoecer às 100 páginas, suponho que se calhar nem vou ter tempo de ler Jane Eyre, embora queira muito lê-lo.

 

Continuo viciada em Ghost e só me apetece fazer posts sobre as músicas deles e de como estou entusiasmada com o concerto no final de Novembro, mas tenho de me controlar.

 

Ao ler este meu post de Abril fiquei cheia de saudades de ler Bolaño. A ver se leio um até ao final do ano.

 

Mixórdia de posts

O problema relativo à Antena 3 está resolvido. Agora, praticamente, só ouço a Vodafone FM e a Radar. Só sintonizo a Antena 3 para ouvir o trânsito (de manhã), o Outra Coisa e a Linha Avançada (à tarde). Ainda ontem me deliciei com a Vodafone FM, enquanto ouvia Casa a Arder, dos Modernos, e Anna, do Will Butler. Cantei e fiz uma espectacular performance de ambas as músicas, sem olhar para os carros ao meu lado, apenas para a estrada. É isso ou desatar a buzinar às lesmas no meu caminho.

 

Por falar em Will Butler, o seu álbum Policy está bem bom, quase parece o irmão a cantar. Maravilha. Melhor que Anna só mesmo What I Want.

 

Tenho, urgentemente, de actualizar as músicas que tenho no telemóvel, é uma vergonha ter as mesmas músicas desde que o comprei. Em Dezembro. Sim, sim, sou uma pessoa muito ocupada e quando quero ouvir músicas que não tenho no telemóvel porque sou preguiçosa, ouço no YouTube, enfim, uma vergonha, eu sei.

 

Já vi o primeiro episódio de Wayward Pines. Preciso de ver mais alguns a ver se a coisa cola. Fiquei com medinho, confesso, mas não agarrada, para já. Convém dizer que sou o tipo de pessoa que não conseguiu ver mais do que três episódios de American Horror Story por ser demasiado mariquinhas.

 

Mixórdia de posts

Vou passar os próximos tempos a ouvir Sonic Youth e The Kills. Estou completamente viciada nas vozes do Thurston Moore e da Kim Gordon (Sonic Youth) e da Alison Mosshart (The Kills).

 

Ao ler Roberto Bolaño pela segunda vez, entrei finalmente no espírito dos seus livros, até tenho vontade de fazer mapas com os personagens e ler imediatamente a seguir Os Detectives Selvagens.

 

Continuo à espera de um concerto dos Modernos em Lisboa.

 

Ando cheia de vontade de marcar uns dias de férias algures pelo sul de Portugal e quero muito ir visitar a Dulcineia.

 

Apetece-me gastar muito dinheiro no IKEA e na Feira do Livro de Lisboa, que, por sinal, nunca mais começa.

 

Estou assim a atirar para o impossível. Mal se nota.

 

Mixórdia de posts

Parece que o que está na moda por estes dias é dizer que vem aí a Primavera, que finalmente está Sol e que vamos ser todos mais felizes, mas eu cá tenho medo das alergias que devem estar aí a chegar e gosto mesmo é do Verão.

 

Terminar um livro e escolher outro para ler é, talvez, um dos meus maiores martírios. Ontem comecei a ler um livro do António Lobo Antunes (Memória de Elefante), mas decidi guardá-lo lá para os meus trinta (espero não morrer entretanto). Neste momento, estou a ler O Véu Pintado, de Somerset Maugham, autor que queria muito começar a ler e nem me importo de a seguir partir logo para O Fio da Navalha e Servidão Humana tal é o meu entusiasmo com o escritor devido às críticas que tenho visto por aí.

 

Estou a precisar de novas bandas para ouvir, mas daquelas que não tenha de ouvir vinte vezes até gostar, tem de ser amor à primeira vista, já tentei Viet Cong mas não deu, acaba por ser um pouco como o Lobo Antunes, fica para quando for mais velha. Preciso, urgentemente, de um concerto dos Modernos em Lisboa. Pelo amor de deus, vá lá.

 

Não sei que filme hei-de ver este fim-de-semana, não vi mais nenhum desde que terminei a maratona para os óscares, alguma sugestão? Quero muito começar a ver a quarta temporada de Homeland e pôr em dia os episódios da Anatomia de Grey (que anda mais deprimente que o estado de Portugal e da Grécia juntos, às vezes tenho medo que me dê vontade de cortar os pulsos, estarei assim tão vulnerável?), mas ando preguiçosa e mais agarrada aos livros.