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Deixem o Indie em Paz

Lacuna musical #6

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Há uns tempos atrás, ouvi na Vodafone FM uma música de Father John Misty que gostei muito e que me relembrou de que já estava há bastante tempo a pensar ouvi-lo, mas que nunca tinha passado à prática (já tinha ouvido falar umas quantas vezes e ficado curiosa).

A música era do álbum de 2012 (Fear Fun), que entretanto já ouvi. Agora falta-me o I Love You, Honeybear (2015), que tem uma pontuação ligeiramente superior ao primeiro álbum. Do que ouvi na rádio, do Fear Fun e da faixa homónima do segundo álbum, já consegui perceber que tenho andado a perder imenso por não ter começado a ouvir Father John Misty há mais tempo.

Vou tratar de corrigir essa falha.

 

Lacuna musical #5

O álbum The Dawn (2014) dos The Wands. Do que pude apurar, esta banda dinamarquesa de rock psicadélico, composta por dois elementos, formou-se em 2011 e tem apenas este álbum e um EP (Hello I Know The Blow You Grow Is Magic) de quatro faixas. Dei com o álbum numa recomendação do YouTube e à primeira música Sound of the Machine fiquei logo apaixonada. A capa também é bem jeitosa.

 

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Lacuna musical #4

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Em Maio deste ano, os Faith No More, depois de 18 anos sem álbuns de originais, lançaram este Sol Invictus. Nunca foi banda que tivesse ouvido por iniciativa própria, mas depois de tanta insistência após o lançamento deste álbum por parte do senhor responsável pelas recomendações musicais à minha pessoa e de ter ouvido algumas músicas no carro desse mesmo senhor, lá me decidi a ouvir o dito e já posso dizer que até gosto de Faith No More, pelo menos a avaliar por este álbum.

Claro que está longe do registo a que estou habituada a ouvir e que gosto mais, mas não tem gritaria, algo que raramente suporto, ouve-se bem e posso dizer que já me viciei na Sunny Side Up e na Motherfucker (também gosto muito da música final, From The Dead). Não irei conseguir explicar porquê, mas esta capa também é qualquer coisa de espectacular. Talvez seja o dourado.

 

Lacuna musical #3

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A única música que conhecia de Sonic Youth era a Kool Thing, que tinha ouvido numa playlist há uns três anos. Acabei por não ouvir mais nada da banda daí para a frente (que me lembre, pelo menos), mas esta semana a dita apareceu-me nas recomendações do YouTube, esse grande fofinho das recomendações, que já me deu a conhecer bandas e álbuns bem jeitosos.

Adiante, esta semana ouvi Goo, de 1990, bonito ano, e, curiosamente, ou não, Kool Thing faz parte dele. Outra coisa de que gosto muito neste álbum é da sua capa.

Depois de Goo, baseada nas pontuações dos álbuns de Sonic Youth, quero ouvir Sister (1987) e Daydream Nation (1988).

 

Lacuna musical #2

Esta semana foi a vez de ouvir pela primeira vez Palma Violets, banda de indie rock britânica que tem, até agora, apenas um álbum, 180 (2013).

 

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O segundo álbum, Danger In the Club, já tem data marcada, 5 de Maio de 2015, e, no dia 18 de Julho, os Palma Violets irão actuar no SBSR, no palco EDP. Adoro todas as músicas do 180, aliás, tenho imensa pena de só ter começado a ouvi-lo agora, é a minha cara e só espero que o segundo álbum seja tão bom ou melhor que este. Banda excelente para quem gosta de The Libertines, The Strokes e The Vaccines.

 

Lacuna musical #1

Esta semana estive a colmatar uma das lacunas da minha cultura musical. Chet Faker. Está na moda e consegui perceber porquê. A música do Chet é tranquila e relaxada e tanto me faz lembrar mantas e lareira como banhos de mar e Verão. Parece-me ser mais uma boa banda sonora para as minhas leituras e uma óptima solução para eliminar qualquer ruído que nos possa estar a perturbar a concentração. Não se tornará na minha banda preferida do mundo, mas foi uma boa descoberta e já me sinto menos inculta.

 

Ouvi o EP Thinking in Textures (2012) e o álbum Built on Glass (2014).