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Deixem o Indie em Paz

Álbum da semana #35

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Este é um daqueles álbuns que, dificilmente, iria alguma vez ouvir por iniciativa própria.

Começou a tocar no carro dele e algumas músicas chamaram-me a atenção. De algumas músicas gostei mesmo muito, ao ponto de lhe pedir para me passar o álbum e de ele o ter colocado na pen com músicas para as férias. Gosto particularmente da Deep Six, da The Mephistopheles Of Los Angeles e da Odds Of Even.

Parece que agora tenho de ouvir um outro álbum qualquer do Marilyn Manson (agora não me lembro qual). Se gostar, pode ser que venha parar ao Álbum da semana.

Oito em dez.

 

Álbum da semana #34

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Ao contrário do que seria expectável, o primeiro álbum de Ghost foi o último que ouvi e creio que quem me lê a escrever sobre esta banda só pode pensar que sou maluca. Primero era o Infestissumam, ai que é tão bom e tem músicas espectaculares. Depois, sai o Meliora, ai que já acho que vou gostar mais deste, eu que achava que era impossível haver algo melhor de Ghost do que o Infestissumam. Pois que agora ao ouvir Opus Eponymous percebo que a qualidade deste álbum, na sua globalidade, é, seguramente, superior aos restantes álbuns de Ghost. Tenho de fazer uma playlist com as melhores músicas dos três álbuns, isso sim daria um álbum de outro planeta.

Uma nota especial para a música Elizabeth, a minha preferida do álbum, que é sobre Elizabeth Báthory (1560 - 1604), conhecida por tomar banho em sangue de virgens para que a sua juventude fosse eterna. E outra para referir que os três vinis já moram todos lá em casa.

Anteriormente tinha dado dez a Infestissumam e nove a Meliora, agora daria oito e nove, respectivamente.

Dez em dez para este.

 

Álbum da semana #33

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É praticamente um crime os Arcade Fire ainda não terem entrado num Álbum da semana. Fui vê-los, no ano passado, ao Rock in Rio e foi maravilhoso. Fiquei com imensa pena de não os ter visto no SBSR, em 2011, depois de ter saído o The Suburbs (2010), pelo que não podia faltar ao concerto que se seguiu a este Reflektor (2013).

Recordo-me que nas primeiras vezes em que o ouvi, fiquei fascinada com a primeira parte, mas não gostei muito da segunda. Esse sentimento foi mudando (que coisa mais típica em mim) e fiquei a adorar o álbum na sua totalidade, esperando desesperadamente pelo concerto. É um daqueles que nunca vou esquecer.

Agora, o ideal era sair um novo álbum e haver novo concerto em Portugal. Estou de olho em vocês.

Nove em dez.

 

Jesus Christ, girl

A minha música preferida de Father John Misty é a Hollywood Forever Cemetry Sings e, apesar de a ter começado a ouvir há menos de um mês, já tem um lugar especial nas minhas músicas preferidas de sempre. Que coisa mais maravilhosa, espectacular e mágica, senhores.

 

Álbum da semana #32

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Trata-se de um EP, mas também serve. Gosto muito, já o ouvi na integra ao vivo, e acho que foi desde aí que este EP passou a conter algumas das minhas músicas preferidas dos Linda Martini.

Deliro com o final de A Corda do Elefante sem Corda e com a parte instrumental inicial da Raposo Manhoso, faixa que termina com o libertar das palavras Guarda tudo, deita fora/Daqui não vais embora. Com a melodia da Parada, com o ritmo da Sabotagem. Com a letra e a música de As Putas Dançam Slows (e o final, meu Deus, o final). Só não sou particularmente fã, curiosamente, da Intrusa.

Dez em dez.

 

Já aqui falei do Meliora

Mas tenho de reforçar que o mais recente álbum de Ghost está magnífico (sim, já ultrapassou o Infestissumam). Mal posso esperar que Novembro chegue. Ando a ouvir em loop as músicas Spirit, From the Pinnacle To the Pit, Cirice, He Is, Absolution e Deus in Absentia. É amor.

 

Álbum da semana #31

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Os Capitão Fausto são uma das minhas bandas portugueses de eleição. Nunca consegui vê-los ao vivo, com grande pena minha, mas espero conseguir colmatar essa falha em breve.

Este é o seu segundo álbum, de 2014, e é muito, muito bom. Gosto muito do Gazela (2011) e, inicialmente, torci o nariz a este novo álbum, mas lá acabei por render-me e dar razão ao senhor lá de casa. Tem músicas excelentes como a Nunca Faço Nem Metade, Flores do Mal, Célebre Batalha do Formariz e Maneiras Más (estas últimas duas são as das minhas preferidas). Será que em 2016 vai haver novo álbum?

Nove em dez.

 

Álbum da semana #30

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É o meu álbum preferido da banda. Deixa-me sempre com uma estranha sensação de calma e não consigo desgostar de uma única música (gosto particularmente da Fake Empire, Mistaken for Strangers, Slow Show, Apartment Story e da Gospel).

Bem sei que colocar os The National aqui no blogue vai fazer muita gente franzir o cenho. Sinceramente, nunca percebi bem porque é que os The National sofrem tanto. São o José Luís Peixoto da música, parece-me. Acontece que gosto dos dois. Matem-me.

Nove em dez.

 

Álbum da semana #29

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Depois da maravilha que foi o Infestissumam (2013), um dos meus álbuns preferidos (falei dele aqui), a curiosidade para ouvir o mais recente álbum de Ghost, Meliora, era imensa. Está mais que aprovado, mas ainda estou a tentar arranjar lugar no meu coração para o colocar ao lado do Infestissumam. Parece-me que não vou precisar de muito tempo para isso.

Curioso como a primeira e a última música dos seus álbuns são sempre das minhas preferidas. Neste caso, a Deus In Absentia (última) é assim qualquer coisa de espectacular.

Os bilhetes para vê-los em Novembro no Garage já estão comprados, agora só falta preparar-me para cantar e cantar, ah, e também rezar para tocarem a Infestissumam no início (parece que agora já não o fazem).

Nove em dez.

 

Lacuna musical #6

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Há uns tempos atrás, ouvi na Vodafone FM uma música de Father John Misty que gostei muito e que me relembrou de que já estava há bastante tempo a pensar ouvi-lo, mas que nunca tinha passado à prática (já tinha ouvido falar umas quantas vezes e ficado curiosa).

A música era do álbum de 2012 (Fear Fun), que entretanto já ouvi. Agora falta-me o I Love You, Honeybear (2015), que tem uma pontuação ligeiramente superior ao primeiro álbum. Do que ouvi na rádio, do Fear Fun e da faixa homónima do segundo álbum, já consegui perceber que tenho andado a perder imenso por não ter começado a ouvir Father John Misty há mais tempo.

Vou tratar de corrigir essa falha.