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Deixem o Indie em Paz

Se (tivesse muito dinheiro e) passasse na Feira do Livro de Lisboa hoje #2

Seriam estes (especial fim-de-semana):

 

Sexta

Fausto
Johann W. Goethe
RELÓGIO D’ ÁGUA EDITORES
PVP: 27,00€ / PVP Feira: 21,00€ / PVP Dia: 16,00€

 

O Terceiro Reich
Bolaño, Roberto
BERTRAND EDITORA
PVP: 10,00€ / PVP Feira: 7,00€ / PVP Dia: 5,00€

 

Os enamoramentos
Javier Marías
ALFAGUARA (GRUPO COMPANHIA DAS LETRAS)
PVP: 19,90€ / PVP Feira: 15,92€ / PVP Dia: 11,94€

 

Sábado

Anna Karénina*
Lev Tolstói
RELÓGIO D’ ÁGUA EDITORES
PVP: 28,00€ / PVP Feira: 22,00€ / PVP Dia: 16,00€

 

Contos
Clarice Lispector
RELÓGIO D’ ÁGUA EDITORES
PVP: 20,19€ / PVP Feira: 16,00€ / PVP Dia: 12,00€

 

Debaixo de Algum Céu
Nuno Camarneiro
LEYA / DOM QUIXOTE
PVP: 14,40€ / PVP Feira: 11,50€ / PVP Dia: 6,90€

 

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
Luis Sepúlveda
PORTO EDITORA / JUVENIL
PVP: 15,50€ / PVP Feira: 12,40€ / PVP Dia: 7,75€

 

O Pássaro da Cabeça
Manuel António Pina
ASSÍRIO & ALVIM
PVP: 13,00€ / PVP Feira: 10,40€ / PVP Dia: 6,50€

 

Por Quem os Sinos Dobram
Ernest Hemingway
SEXTANTE EDITORA / LIVROS DO BRASIL
PVP: 17,70€ / PVP Feira: 14,16€ / PVP Dia: 8,85€

 

Domingo

2666*
Bolaño, Roberto
BERTRAND EDITORA
PVP: 19,90€ / PVP Feira: 13,93€ / PVP Dia: 9,95€

 

Crime e Castigo*
Fiódor Dostoievski
RELÓGIO D’ ÁGUA EDITORES
PVP: 20,19€ / PVP Feira: 16,00€ / PVP Dia: 12,00€

 

Folhas de Erva
Walt Whitman
RELÓGIO D’ ÁGUA EDITORES
PVP: 28,27€ / PVP Feira: 22,00€ / PVP Dia: 16,00€

 

Myra
Maria Velho da Costa
ASSÍRIO & ALVIM
PVP: 16,00€ / PVP Feira: 12,80€ / PVP Dia: 8,00€

 

Pena Capital*
Mário Cesariny
ASSÍRIO & ALVIM
PVP: 15,00€ / PVP Feira: 12,00€ / PVP Dia: 7,50€

 

Poesias Completas
Alexandre O' Neill
ASSÍRIO & ALVIM
PVP: 33,00€ / PVP Feira: 26,40€ / PVP Dia: 16,50€

 

* estes já tenho, mas fica a sugestão.

Álbum da semana #18

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Quem tem acompanhado o blogue nos últimos dias já percebeu que me tenho andado a esquivar da árdua tarefa de actualizar as músicas que tenho no telemóvel. Ora, um dos álbuns que me falta quer no telemóvel, quer no computador, é este dos Blur.

A banda britânica de indie rock/rock alternativo não lançava um álbum de originais desde 2003 (Think Tank), pelo que é praticamente um delírio ter saído este The Magic Whip. O meu primeiro contacto com o álbum foi através do senhor encarregue de me fazer recomendações musicais, já que está sempre mais atento às novidades do que eu, e bastou ouvir uma ou duas no carro dele e na Vodafone FM (acho) para ficar cheia de vontade de ouvir o álbum de enfiada e colocá-lo como álbum da semana. Estou particularmente fã da Lonesome Street, Ghost Ship, Ong Ong e Mirrorball, o resto das músicas, confesso, não gostei assim muito, tenho de ouvir o álbum novamente, com menos pressa, que agora não há tempo.

Sete em dez.

 

Se (tivesse muito dinheiro e) passasse na Feira do Livro de Lisboa hoje #1

Seriam estes:

 

As Flores do Mal
Charles Baudelaire
RELÓGIO D’ ÁGUA EDITORES
PVP: 20,19€ / PVP Feira: 16,00€ / PVP Dia: 12,00€

 

Barroco Tropical
José Eduardo Agualusa
LEYA / DOM QUIXOTE
PVP: 16,90€ / PVP Feira: 13,50€ / PVP Dia: 8,10€

 

Suicídios Exemplares
Enrique Vila-Matas
ASSÍRIO & ALVIM
PVP: 12,90€ / PVP Feira: 10,32€ / PVP Dia: 6,45€

 

Corações ao alto

feira do livro.png

 

Vão até à Feira do Livro de Lisboa, mexam nos livros, mas não deixem os pavilhões e as bancas desarrumadas, sorriam, sejam simpáticos, não atropelem quem anda por lá a passear tranquilamente, comam um hambúrguer ou uma fartura, ou qualquer coisa gordurosa (a única recomendação desta lista que é mais ou menos opcional), comprem livros (nem que seja um), preferencialmente antes de encherem os dedos de gordura, aproveitem a Hora H que é uma pequena maravilha que só ocorre de segunda a quinta, a partir das 22h (salvo erro), e depois mostrem as vossas compras, que eu vou tentar fazer o mesmo.

 

@Cinema

Há coisa de uma semana ou duas, o meu namorado falou-me no @Cinema. Trata-se de um espaço localizado no Saldanha Residence que possui a melhor tecnologia de som e imagem do país e cujos bilhetes custam quatro euros, todos os dias da semana, quer seja um filme 2D ou 3D, espectacular não é? Segundo soube o preço das pipocas e das bebidas também é bastante atractivo.

Não estou sempre por dentro do assunto no que diz respeito a novas tecnologias, mas vou absorvendo com interesse quando as pessoas que me rodeiam falam sobre isso, por isso fiquei particularmente interessada em lá ir quando soube que este cinema dispõe de tecnologia de imagem e som muito superior à das salas de cinema a que normalmente vamos. Nomeadamente, projectores 4K HFR e um sistema de som Dolby® Atmos, o primeiro do país. Isto pode parecer chinês mas se investigarem um bocadinho vão ficar maravilhados, basicamente, são projectores com uma qualidade de imagem muito superior à que estamos habituados e um sistema de som que, segundo me foi explicado de forma muito simples, consiste em muitas colunas espalhadas pela sala em que cada uma delas emite um certo tipo de som, por exemplo, uma emite o barulho da chuva, outra o barulho de um trovão, outra o crepitar de lenha numa lareira, etc. (peço desculpa por qualquer imprecisão, tá?).

Neste momento, no @Cinema está em cartaz o Mad Max: Fury Road, que tem uma pontuação brutal no IMDB e no Metascore, e quase de certezinha que vou dar lá um pulo para o ver. Atenção que este não é um post publicitário, é mesmo uma partilha de informação útil e valiosa, espero.

 

madmax.jpg

 

Hoje preciso de me queixar, amanhã volto à normalidade, espero

Tenho andado cheia de trabalho e o meu ritmo de leitura decresceu drasticamente na última semana. Ainda não consegui actualizar as músicas no telemóvel e isso deixa-me tremendamente furiosa. Comecei a fazer exercício novamente e dói-me cada músculo das minhas ricas pernas, os braços também doem, mas menos. Comprámos uma WiiU e aquilo é mesmo giro, agora não sei se venda a 3DS cor-de-rosa choque XL (e os jogos), acho sempre que me vai voltar a dar a febre e me vou arrepender de a ter vendido, o mesmo se aplica ao The Sims 4. Sou muito impulsiva e depois não há tempo para tudo. Queria ter lido muito no fim-de-semana e não li praticamente nada, não é que tenha mal, mas fico triste. Estou a achar o terceiro livro das Crónicas de Gelo e Fogo ligeiramente aborrecido, não sei se é do meu estado de espírito mais cansado e preguiçoso. Fiz um bolo que praticamente não cresceu, mas que ficou muito bom e saboroso e usei farinha de alfarroba e xarope de ácer. Este bolo era para ter sido a minha refeição de pré-treino durante a semana, mas já quase acabou, só comi uma fatia, pequena. Temo que se não me dedicar ao blogue esta semana, sou bem capaz de o abandonar, estou cansada e sem tema. Hoje não me sinto nada entusiasmada com a Feira do Livro, espero que isto passe quando me arrastar até lá e gastar muito dinheiro. Tenho saudades de sushi e hambúrgueres e pizza, mas não pode ser.

 

Em falta na estante #14

asanguefrio.jpg

 

Já ouvi falar maravilhas deste A Sangue Frio, de Truman Capote que, no final dos anos 50, leu um artigo no New York Times sobre o homicídio de quatro membros de uma família proeminente de Holcomb no Kansas que lhe chamou muito a atenção, pedindo à revista New Yorker para dar-lhe o caso de modo a que escrevesse um artigo sobre o mesmo. Artigo esse que se transformou neste livro. 

A Sangue Frio reconstitui esta história pelos olhos de Capote, que se dedicou à investigação deste crime, viajando até ao Kansas na companhia de Harper Lee, sua amiga de infância, tendo mesmo chegado a visitar os homicidas, condenados à morte, na prisão. Não encontro o livro à venda nas livrarias físicas ou online (novo), provavelmente vou ter de recorrer aos usados, tal é o desespero por lê-lo.

 

A Sangue Frio

Truman Capote

2006

Dom Quixote

 

Summer play list #5

| extinct – moonspell | corta vazas – paus |

| born to die – lana del rey | eu + eu = ninguém – pontos negros |

| hightly sensitive – mallu magalhães | honey & I – haim |

| let’s go surfing – the drums | woman of intention – deap vally |

| supernova – capitão fausto | lonely boy – the black keys |

| r u mine? – arctic monkeys | a horse called golgotha – baroness |

 

Mixórdia de posts

O problema relativo à Antena 3 está resolvido. Agora, praticamente, só ouço a Vodafone FM e a Radar. Só sintonizo a Antena 3 para ouvir o trânsito (de manhã), o Outra Coisa e a Linha Avançada (à tarde). Ainda ontem me deliciei com a Vodafone FM, enquanto ouvia Casa a Arder, dos Modernos, e Anna, do Will Butler. Cantei e fiz uma espectacular performance de ambas as músicas, sem olhar para os carros ao meu lado, apenas para a estrada. É isso ou desatar a buzinar às lesmas no meu caminho.

 

Por falar em Will Butler, o seu álbum Policy está bem bom, quase parece o irmão a cantar. Maravilha. Melhor que Anna só mesmo What I Want.

 

Tenho, urgentemente, de actualizar as músicas que tenho no telemóvel, é uma vergonha ter as mesmas músicas desde que o comprei. Em Dezembro. Sim, sim, sou uma pessoa muito ocupada e quando quero ouvir músicas que não tenho no telemóvel porque sou preguiçosa, ouço no YouTube, enfim, uma vergonha, eu sei.

 

Já vi o primeiro episódio de Wayward Pines. Preciso de ver mais alguns a ver se a coisa cola. Fiquei com medinho, confesso, mas não agarrada, para já. Convém dizer que sou o tipo de pessoa que não conseguiu ver mais do que três episódios de American Horror Story por ser demasiado mariquinhas.

 

Em falta na estante #13

uma antologia-yeats.jpg

 

Quero muito conhecer a poesia de William Butler Yeats, um dos maiores poetas ingleses do século XX, a quem foi atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 1923.

Trata-se de uma antologia que recolhe parte significativa da sua poesia, que, sinceramente, não me lembro de ter visto ou prestado alguma atenção quando ando a deambular pelas livrarias, nem tampouco na Feira do Livro de Lisboa. Este ano vou estar atenta, para que venha comigo para casa.

 

Uma Antologia

William Butler Yeats

2010

Assírio & Alvim

 

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