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Deixem o Indie em Paz

Running down the highway like a psychopath

Ontem fiz a minha segunda corrida do ano, ali pelos lados do Parque das Nações. Tudo a correr bem até que a meio do quilómetro 3, ali no passadiço de madeira ao lado do Oceanário, dou um valente pontapé numa daquelas tábuas, enquanto ia concentrada na minha respiração porque a maldita dor de burro começara a atormentar-me. Quando dei por mim senti-me leve, sem qualquer contacto com o chão, e pensei, que raio, estou a voar, até que processei o som do meu pontapé na tábua e vi o chão a aproximar-se de mim, bem como a minha altitude a decrescer drasticamente, e lá me lembrei de pôr as mãos à frente numa tentativa de não partir dos dentes na aterragem. PAMMMMMMM. Madalena no chão com valentes dores no joelho direito, a tentar sentar-se e a recompor-se para ninguém a ver naquelas figuras (tirando a colega de corridas que ia ao meu lado e me viu a passar-lhe à frente, pensando, por momentos, que me tinha dado a fúria da corrida para ultrapassá-la, depois lá viu que não), mirando o joelho ferido, quando se apercebeu que tinha rasgado as leggings, deixando à vista uma ferida que já se mostrava feia, enquanto deitava umas lagrimitas pela dor e pelo susto e umas risadas pela situação. Andei durante um bocado e voltei à corrida. A dor de burro descontrolou-se, pelo que tive de parar a corrida aos 5,5 km (o objectivo eram cerca de 6km). Para a semana há mais. Sem quedas, espero eu.

 

Psychopath