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Deixem o Indie em Paz

Mixórdia de posts

Este fim-de-semana vi alguns episódios da décima primeira temporada da Anatomia de Grey e fartei-me de chorar. Penso que ainda me faltam dois para acabar a temporada, mas acho que vou ter de esperar mais algum tempo para os ver e ainda tenho de ponderar sobre ver ou não a décima segunda. É muita desgraça e eu devo andar particularmente sensível porque chorei tanto que parecia que o mundo ia acabar. Não foi nada bonito.

 

Acabei por não ter tempo de ver mais episódios de How to Get Away with Murder, tenho de ver se compenso isso.

 

Não estou numa fase boa para ler, parece que estou a sofrer de uma espécie de ressaca literária. Estou a ler Elena Ferrante e tenho a sensação que neste momento só me apetece lê-la, que ando a ler este livro muito devagarinho, como que à espera do terceiro e do quarto volumes. Não vai ser fácil separar-me de Ferrante. Como este mês estou muito atrasada com as leituras e deixei Adoecer às 100 páginas, suponho que se calhar nem vou ter tempo de ler Jane Eyre, embora queira muito lê-lo.

 

Continuo viciada em Ghost e só me apetece fazer posts sobre as músicas deles e de como estou entusiasmada com o concerto no final de Novembro, mas tenho de me controlar.

 

Ao ler este meu post de Abril fiquei cheia de saudades de ler Bolaño. A ver se leio um até ao final do ano.

 

Álbum da semana #34

Opus_eponymous.jpg

 

Ao contrário do que seria expectável, o primeiro álbum de Ghost foi o último que ouvi e creio que quem me lê a escrever sobre esta banda só pode pensar que sou maluca. Primero era o Infestissumam, ai que é tão bom e tem músicas espectaculares. Depois, sai o Meliora, ai que já acho que vou gostar mais deste, eu que achava que era impossível haver algo melhor de Ghost do que o Infestissumam. Pois que agora ao ouvir Opus Eponymous percebo que a qualidade deste álbum, na sua globalidade, é, seguramente, superior aos restantes álbuns de Ghost. Tenho de fazer uma playlist com as melhores músicas dos três álbuns, isso sim daria um álbum de outro planeta.

Uma nota especial para a música Elizabeth, a minha preferida do álbum, que é sobre Elizabeth Báthory (1560 - 1604), conhecida por tomar banho em sangue de virgens para que a sua juventude fosse eterna. E outra para referir que os três vinis já moram todos lá em casa.

Anteriormente tinha dado dez a Infestissumam e nove a Meliora, agora daria oito e nove, respectivamente.

Dez em dez para este.

 

Já aqui falei do Meliora

Mas tenho de reforçar que o mais recente álbum de Ghost está magnífico (sim, já ultrapassou o Infestissumam). Mal posso esperar que Novembro chegue. Ando a ouvir em loop as músicas Spirit, From the Pinnacle To the Pit, Cirice, He Is, Absolution e Deus in Absentia. É amor.

 

Álbum da semana #29

ghostmeliora.jpg

 

Depois da maravilha que foi o Infestissumam (2013), um dos meus álbuns preferidos (falei dele aqui), a curiosidade para ouvir o mais recente álbum de Ghost, Meliora, era imensa. Está mais que aprovado, mas ainda estou a tentar arranjar lugar no meu coração para o colocar ao lado do Infestissumam. Parece-me que não vou precisar de muito tempo para isso.

Curioso como a primeira e a última música dos seus álbuns são sempre das minhas preferidas. Neste caso, a Deus In Absentia (última) é assim qualquer coisa de espectacular.

Os bilhetes para vê-los em Novembro no Garage já estão comprados, agora só falta preparar-me para cantar e cantar, ah, e também rezar para tocarem a Infestissumam no início (parece que agora já não o fazem).

Nove em dez.