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Deixem o Indie em Paz

Filmes nas férias

Eu bem contava ver muitos filmes nas férias, mas acabei por só ver três da lista abaixo.

 

Goodfellas

Apocalypse Now

Sin City

Reservoir Dogs

One Flew Over the Cuckoo's Nest

The Exorcist

2001: A Space Odyssey

American History X

Psycho
 
Goodfellas, foi o meu preferido, embora não o tenha adorado. Agora tenho de ver se consigo ver O Padrinho (há alguns anos, ia adormecendo a ver o primeiro filme e tive de parar, não voltei a vê-lo).
Reservoir Dogs, gosto muito do Tarantino, mas achei este fraquito, gostava que tivesse mais história.
The Exorcist, um clássico que já queria ver há imenso tempo, fiquei com um bocado de medo, mas nada de especial.
 
Agora quero ver se volto à minha lista inicial de filmes:
 

Uma Separação (2011)

Em Parte Incerta (2014)

12 Anos Escravo (2013)

Planeta dos Macacos: A Origem (2011)

Her (2013)

 

Também gostava muito de ir ao cinema ver o novo filme do Woody Allen, Homem Irracional.

 

Vou de férias

E quero ler:

 

Madame Bovary, Gustave Flaubert (Clube dos Clássicos Vivos)

Pela Estrada Fora, Jack Kerouac

A Amiga Genial, Elena Ferrante

Perguntem a Sarah Gross, João Pinto Coelho

Linguagem Seinfeld, Jerry Seinfeld

 

E ver:

 

Goodfellas

Apocalypse Now

Sin City

Reservoir Dogs

One Flew Over the Cuckoo's Nest

The Exorcist

2001: A Space Odyssey

American History X

Psycho
 

Mixórdia de posts

Vou passar os próximos tempos a ouvir Sonic Youth e The Kills. Estou completamente viciada nas vozes do Thurston Moore e da Kim Gordon (Sonic Youth) e da Alison Mosshart (The Kills).

 

Ao ler Roberto Bolaño pela segunda vez, entrei finalmente no espírito dos seus livros, até tenho vontade de fazer mapas com os personagens e ler imediatamente a seguir Os Detectives Selvagens.

 

Continuo à espera de um concerto dos Modernos em Lisboa.

 

Ando cheia de vontade de marcar uns dias de férias algures pelo sul de Portugal e quero muito ir visitar a Dulcineia.

 

Apetece-me gastar muito dinheiro no IKEA e na Feira do Livro de Lisboa, que, por sinal, nunca mais começa.

 

Estou assim a atirar para o impossível. Mal se nota.