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Deixem o Indie em Paz

Álbum da semana #31

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Os Capitão Fausto são uma das minhas bandas portugueses de eleição. Nunca consegui vê-los ao vivo, com grande pena minha, mas espero conseguir colmatar essa falha em breve.

Este é o seu segundo álbum, de 2014, e é muito, muito bom. Gosto muito do Gazela (2011) e, inicialmente, torci o nariz a este novo álbum, mas lá acabei por render-me e dar razão ao senhor lá de casa. Tem músicas excelentes como a Nunca Faço Nem Metade, Flores do Mal, Célebre Batalha do Formariz e Maneiras Más (estas últimas duas são as das minhas preferidas). Será que em 2016 vai haver novo álbum?

Nove em dez.

 

O que tenho ouvido por estes dias #1

Edição especial, só com música portuguesa:

 

Medusalem – Moonspell

Extinct – Moonspell

The Last of Us - Moonspell

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Flores do Mal – Capitão Fausto

Nunca Faço Nem Metade - Capitão Fausto

Maneiras Más – Capitão Fausto

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Medusa – Capicua

Egotríptico – Capicua

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Clarão – Paus

Corta Vazas – Paus

Nó – Paus

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Dia de Sol – Modernos

Casa a Arder – Modernos

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Nos tempos mortos, ventos fortes fazem mal e o vão prazer das companhias não traz sal

Já é a segunda vez esta semana que vejo o Pauleta no Lidl (e só lá fui duas vezes esta semana, tenho mesmo pontaria), o que por si só não era motivo para um post, não fosse hoje ter ficado retida na cancela do parque de estacionamento, com um carro atrás de mim e com quem lá dentro? Exactamente, o Pauleta. E eu, toda nervos, porque é que estas coisas só me acontecem a mim?, põe cartão no leitor de código de barras, tira cartão. Nada. Já estava à espera que me começasse a apitar, eu sei lá, podia ter pressa para ir tomar o pequeno-almoço (vai sempre comprar pão acabadinho de fazer), ou que saisse do carro a fazer uma escandaleira, porquê a mim?, põe cartão, tira cartão.

Ao fim de algum tempo, desisti, pus-me em modo recuo, ele, simpático, afastou-se para me deixar fazer a manobra e avançou para a cancela. E eu lá fiquei, expectante, a ver se ele conseguia passar, e não é que, ao fim de muitas tentativas, ele CONSEGUIU? Ainda tentei passar atrás dele, mas aquilo fechou logo. E lá estava eu, mais uma vez, em infrutíferas tentativas de fazer abrir magicamente a cancela. Nada.

Tudo se resolveu com a minha ida de novo ao Lidl para pedir ajuda a um senhor prestável que também não conseguiu abrir a cancela pela via normal, tendo mesmo que deixar o interior da maquineta exposto e carregar num botão para aquilo se abrir magicamente.

O que uma pessoa tem de sofrer para comer um donut de chocolate. Humpf.

 

Teresa