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Deixem o Indie em Paz

Inside Out

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Na semana passada, fui ver ao cinema o Inside Out, o novo filme de animação da Pixar. Antes de o ver tinha ouvido dizer que era um filme genial, uma obra-prima dos criativos da Pixar, pelo que as minhas expectativas estavam muito, muito altas.

A ideia está muito boa, confesso. É-nos mostrado o interior do cérebro como se este fosse controlado apenas pelas emoções, Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Repulsa. Estas cinco emoções estão no centro de controlo da jovem Riley (cada personagem também tem o seu próprio centro de controlo, com as mesmas emoções, mas o de Riley merece o maior destaque durante o filme).

Paralelamente com o que se passa na vida de Riley, através de uma cruzada das emoções Alegria e Tristeza, vamos vendo o que se passa dentro do cérebro dela, as suas memórias essenciais e os pilares que estas criam na sua personalidade, a ilha da amizade, família, palhaçada, etc. Existe uma parte, também fora do centro de controlo, que trata das memórias de longo prazo, e outra para onde vão as memórias a serem esquecidas. Nesta viagem ao interior do cérebro de Riley, descobrimos também outros locais espectaculares do seu cérebro, encontramos o seu amigo imaginário e é-nos desvendado como são criados os sonhos.

Vi a versão dobrada em português e não me arrependi, fizeram um excelente trabalho.

 

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